BLOG FECHADO

28
Mai 09

Estive com o Jonas pela primeira vez num ano.

Acabou com a namorada, está mais alto, mais bonito, com um ar imensamente mais saudável do que o da última vez. Abraçou-me exactamente como da primeira vez que o fez, envolveu-me na camisola macia.

Mais tarde, ofereceu-ma. Tinha o cheiro que tão flagrantemente me enchia as narinas sempre que estava perto dele. Encostei-me às pernas dele e quase adormeci, sabendo que não o posso fazer muito frquentemente.

Perguntei-lhe quando o voltaria a ver. Ele sorriu.

«Não vai demorar muito. Não vou deixar que nos volte a acontecer o mesmo que antes.»

«Espero que não.»

«Estás estranha.»

«Não, estou cansada, só. Dói-me as pernas e tenho fome.»

«Vamos comer, então.»

«Vamos.»

«Tenho fome, também.»

 

 

 

 

Até a um próximo post,

Joana F.

publicado por Katerina K. às 15:30

Hum.....já tinha saudades sabias?

Bjinho
Subjectividades a 28 de Maio de 2009 às 21:53

Olá Joaninha. Não é fácil para mim comentar este post. Mas vale a pena dizer que sempre adorei ler As histórias de Detectives. Privados. Eduardo.
Fisga a 22 de Julho de 2009 às 11:33

Hum, acho que não percebi muito bem este teu comentário. Mas pronto. :P

Beijinhos flautísticos,
J.F.

Olá amiga Joana. Eu é que sou um distraído e penso que as outras pessoas adivinham o que eu penso, peço desculpa por isso. O que eu quis significar, é que, porque para mim todos os personagens são completamente novos, eu não sei de quem se fala. A verdade é que também não tenho mesmo que saber. Eu só tenho que saber se gostei, se acho bem escrito e se me agradou. E seria o que eu devia ter feito. Mas ao contrário entrei por um tipo de análise completamente contrária, e descontextualizada. As minhas desculpas.

É normal que os recém-chegados ao meu blog demorem algum tempo a habituarem-se às personagens que aparecem assim tão de repente. O Jonas, neste caso, aparece mencionado pela primeira vez em posts com mais de um ano. Logo, é normal que não o «conheças». Mesmo assim, ele é uma personagem que já perdeu grande parte da sua importância, e só aparece muito esporadicamente. Deste modo, não tens nada que pedir desculpa.

Abraço flautístico,
J.F.

Joaninha. Não tens que me justificar nada. Mas obrigado pelo teu altruísmo, e simpatia. Um Abraço Eduardo.

Eu sei que não, mas gosto sempre de o fazer.

Abraço flautístico,
J.F.

Olá Joaninha. Gostas sempre de o fazer. Esse predicado é comum a nós dois. Tem sempre feito parte da minha divisa, a justificação dos porquês, só gosta de os omitir, quem se serve deles para encobrir outros assuntos. Obrigado por seres assim, já não estou sozinho neste barco. Um abraço de amigo. Eduardo.

Bem verdade, Eduardo. Bem verdade.

Abraço flautístico,
J.F.

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